Data atual:26 de janeiro de 2021

6 Rodovias por onde nunca devemos Dirigir

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Confira a lista das Rodovias mais aterrorizantes do mundo, onde dirigir é algo que não deveria nem entrar em questão.

Dirigir sem dúvida é um ato muito especial: além de nos permitir explorar novas terras e nos transportar com mais facilidade de um lugar para outro, devemos confessar uma coisa: dirigir promove até uma pequena sensação de poder e de liberdade, não é mesmo? Mas não se engane: não são todos os locais que podem colaborar com essas sensações.

Rodovia Patiopoulo-Perdikaki, Grécia

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Essa estrada grega fica em uma montanha de 28 km de extensão, e é totalmente desprotegida, não tendo parapeitos para separar os veículos da borda da estrada, que é absurdamente estreita. Se isso não é o bastante para te deixar assustado, aí vem o pior: a elevação da estrada muda a cada 500 metros em toda a extensão, aumentando ainda mais os riscos de tudo dar errado.

Alguns trechos muito íngremes são repletos de buracos, cascalho solto e abismos, além da zona ser propensa a névoa pesada e neblina. Não é o suficiente? Bem, para deixar o cenário ainda mais assustador, você não pode contar com sinalizações ou luzes, o que torna a previsibilidade de perigos incalculável para todos os motoristas que resolvam se aventurar por lá.

Por esse motivo, é recomendado a todos os turistas procurarem um caminho alternativo, pois Patiopoulo-Perdikaki não é para amadores.

Rodovia Trollstigen, Noruega

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Não é à toa que essa rodovia recebeu o nome simpático de “escada troll”: ela é um dos trechos mais mortais do país escandinavo. Localizada na encosta de uma montanha em Rauma, essa pista é repleta de inúmeras curvas fechadas, que parecem não ter fim.

E algumas dessas curvas podem terminar em um grande abismo, sem aviso prévio! Para se ter ideia, ela é tão estreita, sinuosa e repleta de declives, que qualquer veículo com mais de 12 metros de comprimento não cabe, tornando esse local um dos líderes em acidentes.

,Quando chove, o caminho é simplesmente impraticável, ainda mais quando neva – condições em que a maioria dos acidentes ocorrem.

Rodovia Transamazônica, Brasil

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A Transamazônica, ou BR-230, é pra lá de polêmica: ela fez parte do programa de integração nacional do governo militar e sua inauguração se deu há quase 50 anos. O projeto original era criar uma estrada que se estenderia por oito mil quilômetros e ligaria o Atlântico ao Pacífico, atravessando toda a América do Sul de leste a oeste.

Porém, o plano foi mudado para um projeto que chegaria apenas até a fronteira do Brasil com o Peru, mas as obras acabaram não sendo concluídas. Hoje, com mais de 4.200 quilômetros de extensão, é uma das maiores rodovias do mundo, mesmo sem ter sido concluída!

Desde os anos 70, a via permanece instável para uso, já que não foi totalmente asfaltada. Durante chuvas, é impossível passar por trechos dela e o azar é de quem estiver no caminho: o veículo simplesmente irá atolar, o que faz partes dessa rodovia uma verdadeira aventura.

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Passagem du Gois, França

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Esse trecho de mais de 4 mil metros liga o continente à ilha de Noirmoutier, na costa atlântica da França. À primeira vista, a Passagem du Gois parece ser uma rodovia comum. Mas, dependendo do horário em que você tenta atravessar, acabará tendo problemas no caminho: ele fica submerso duas vezes ao dia por causa da maré alta.

O comprimento da estrada a torna ainda mais perigosa porque, se você for pego pela maré alta, pode ser muito difícil chegar a terra firme antes que todo o trecho alague. Existem painéis digitais que mostram os horários em que a estrada é transitável. Eles são atualizados regularmente com avisos do nível do mar e emitem lembretes de limite de velocidade.

Apesar dos avisos, há incidentes todos os anos, com pessoas ficando presas na armadilha da maré alta e, ocasionalmente, até mesmo perdendo suas vidas por falta de prudência. É por essa razão que torres elevadas de resgate foram construídas, oferecendo aos viajantes encalhados um lugar para se segurarem até que a maré abaixe.

Caminho de Los Yungas, Bolívia

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Essa rodovia boliviana é conhecida como “Estrada da Morte” por motivos bastante pertinentes: dirigir em qualquer direção nesse zigue-zague de 69 km é muito perigoso por causa da neblina, deslizamentos de terra, cascatas e penhascos de centenas de metros a cada curva.

A via raramente fica mais larga do que 3 metros e, durante o percurso, várias cruzes lembram os que acabaram perdendo a vida aqui. A estrada liga a capital La Paz à cidade de Coroico. Até 2006, o Caminho Los Yungas era a única opção para viajar entre as cidades. A pista só cabia um veículo e era usada por todos dispostos a fazer a viagem.

Finalmente, em 2009, o governo construiu um novo caminho em uma cadeia de montanhas próxima. A nova rodovia agora tem duas faixas e está bem conservada, mas não são poucos os que se aventuram em Los Yungas.

Skippers Canyon, Nova Zelândia

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Essa é uma das pistas pitorescas mais conhecidas da Nova Zelândia, ao mesmo tempo em que é incrivelmente assustadora, pois é estreita e indicada apenas para os motoristas mais sagazes. Essa via de pedregulhos foi escavada à mão por mineiros há mais de 140 anos, e é feita a partir de um corte muito estreito no meio de uma falésia íngreme.

É uma estrada tão perigosa que sem dúvida o seguro do seu carro alugado não será válido se você resolver dirigir nela. Ela foi construída durante a febre do ouro, quando uma pista precária de carga era o único acesso à cidade de Skippers.

Embora tenha sido considerado um grande feito da engenharia em sua época, os mineiros que a construíram não pensaram muito em conforto e muito menos em segurança. E é realmente tão estreita que, se você encontrasse um carro vindo na direção oposta, um de vocês teria que dar ré com cuidado até encontrar espaço suficiente para passar – o que pode demorar quilômetros!

CONFIRA: VIAJAR NESSAS CIDADES É QUASE QUE NADA DESEJÁVEL 

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